segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Evangelho do Dia 19-01-2026

 

2ª Semana do Tempo Comum | Segunda-feira

Evangelho (Mc 2,18-22) - Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. - Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 18 os discípulos de João Batista e os fariseus estavam jejuando. Então, vieram dizer a Jesus: "Por que os discípulos de João e os discípulos dos fariseus jejuam, e os teus discípulos não jejuam?" 19 Jesus respondeu: "Os convidados de um casamento poderiam, por acaso, fazer jejum, enquanto o noivo está com eles? Enquanto o noivo está com eles, os convidados não podem jejuar. 20 Mas vai chegar o tempo em que o noivo será tirado do meio deles; aí, então, eles vão jejuar. 21 Ninguém põe um remendo de pano novo numa roupa velha; porque o remendo novo repuxa o pano velho e o rasgão fica maior ainda. 22 Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos".

— Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

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Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Irmãos a paz de Jesus e o Amor de Maria esteja com Todos!

Reflexão: No Evangelho de hoje, Jesus é questionado sobre o jejum. A resposta que Ele dá vai muito além de uma prática religiosa: revela o sentido profundo da fé. Ao se apresentar como o Noivo, Jesus nos mostra que a presença de Deus no meio do seu povo é motivo de alegria, comunhão e vida nova.

Os fariseus e os discípulos de João estavam presos à forma, ao costume, à prática exterior. Jesus, porém, ensina que a fé não pode ser vivida apenas como obrigação. Enquanto o Noivo está presente, o coração é chamado a celebrar. O verdadeiro encontro com Deus gera alegria, não peso.

A imagem do vinho novo em odres novos nos convida à conversão interior. Não basta tentar “remendar” nossa vida com práticas religiosas se o coração permanece fechado à novidade do Evangelho. Para acolher Jesus, é preciso deixar que Ele renove nossas atitudes, pensamentos e escolhas.

Este Evangelho nos provoca a perguntar: Estamos vivendo nossa fé como encontro vivo com Cristo ou apenas como repetição de costumes?

Jesus não rejeita o jejum ou as práticas religiosas, mas ensina que elas só têm sentido quando nascem de um coração renovado.

Que neste Tempo Comum possamos permitir que o Senhor faça de nós odres novos, capazes de acolher o vinho novo da sua graça, vivendo uma fé autêntica, alegre e transformadora.

Oração: Senhor Jesus, Noivo da nossa alma e fonte da verdadeira alegria, nós Vos agradecemos pela vossa presença em nossa vida. Ajudai-nos a compreender o tempo certo de cada coisa: o tempo da festa e o tempo do silêncio, o tempo da alegria e o tempo da conversão. Não permitais que nossa fé se torne apenas costume ou prática vazia, mas fazei de nós odres novos, capazes de acolher o vinho novo do vosso amor. Renovai nosso coração, libertai-nos de atitudes antigas que nos afastam de Vós e ensinai-nos a viver uma fé viva, sincera e alegre. Que saibamos reconhecer a vossa presença e celebrar convosco a vida que vem de Deus. Conduzidos pelo vosso Espírito, que nossa caminhada seja marcada pela renovação interior e pela fidelidade ao Evangelho, hoje e sempre. Amém.

Deus Abençoe Você!

 

domingo, 18 de janeiro de 2026

Evangelho do Dia 18-01-2026 - Domingo

 

2º Domingo do Tempo Comum | Domingo

Evangelho (Jo 1,29-34) - Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. - Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 29 João viu Jesus aproximar-se dele e disse: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. 30 Dele é que eu disse: 'Depois de mim vem um homem que passou à minha frente, porque existia antes de mim'. 31 Também eu não o conhecia, mas se eu vim batizar com água, foi para que ele fosse manifestado a Israel". 32 E João deu ptestemunho, dizendo: "Eu vi o Espírito descer, como uma pomba do céu, e permanecer sobre ele. 33 Também eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água me disse: 'Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo'. 34 Eu vi e dou testemunho: Este é o Filho de Deus!"

— Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

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Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Irmãos a paz de Jesus e o Amor de Maria esteja com Todos!

Reflexão: No Evangelho deste domingo, João Batista aponta Jesus e faz uma das declarações mais profundas da fé cristã: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” João não chama a atenção para si, mas direciona o olhar de todos para Cristo. Ele ensina que a verdadeira missão nasce da humildade e do testemunho fiel.

Ao chamar Jesus de Cordeiro, João revela o sentido da missão de Cristo: Ele é aquele que se entrega, que assume sobre si o pecado da humanidade e inaugura um novo caminho de reconciliação com Deus. Não é um Messias de força e poder humano, mas de amor, entrega e obediência ao Pai.

O testemunho de João também nos mostra a ação do Espírito Santo. O Espírito desce e permanece sobre Jesus, confirmando que Ele é o Filho de Deus e aquele que batiza com o Espírito Santo. Isso nos recorda que a fé não nasce apenas do conhecimento intelectual, mas da ação viva de Deus em nosso coração.

Assim como João Batista, também somos chamados a reconhecer Jesus, a apontá-Lo com nossa vida e a dar testemunho de quem Ele é. Mesmo quando não compreendemos tudo, somos convidados a confiar, escutar e deixar que o Espírito nos conduza.

Que neste Tempo Comum aprendamos a ver Jesus presente no nosso dia a dia, a acolhê-Lo como o Cordeiro que tira o pecado do mundo e a permitir que Ele transforme nossa vida com seu amor e sua graça.

Oração: Senhor Jesus, Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, nós Vos bendizemos e Vos adoramos. Dai-nos um coração simples e atento, capaz de reconhecer a vossa presença em meio às nossas rotinas e desafios. Assim como João Batista, ensinai-nos a apontar para Vós, não com palavras vazias, mas com uma vida marcada pelo amor, pela verdade e pela fidelidade ao Pai. Enviai sobre nós o vosso Espírito Santo, para que permaneça em nossos corações, nos conduza no caminho do bem e nos fortaleça na fé, na esperança e na caridade. Que saibamos acolher o vosso chamado, confiar em vossa vontade e testemunhar com alegria que sois o Filho de Deus e o Salvador do mundo. Amém.

Deus Abençoe Você!

 

sábado, 17 de janeiro de 2026

Evangelho do Dia 17-01-2026

 

Santo Antão, abade | Memória | Sábado

Evangelho (Mc 2,13-17) - Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. - Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 13 Jesus saiu de novo para a beira do mar. Toda a multidão ia ao seu encontro e Jesus os ensinava. 14 Enquanto passava, Jesus viu Levi, o filho de Alfeu, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: "Segue-me!" Levi se levantou e o seguiu. 15 E aconteceu que, estando à mesa na casa de Levi, muitos cobradores de impostos e pecadores também estavam à mesa com Jesus e seus discípulos. Com efeito, eram muitos os que o seguiam. 16 Alguns doutores da Lei, que eram fariseus, viram que Jesus estava comendo com pecadores e cobradores de impostos. Então eles perguntaram aos discípulos: "Por que ele come com os cobradores de impostos e pecadores?" 17 Tendo ouvido, Jesus respondeu-lhes: "Não são as pessoas sadias que precisam de médico, mas as doentes. Eu não vim para chamar justos, mas sim pecadores".

— Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

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Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Irmãos a paz de Jesus e o Amor de Maria esteja com Todos!

Reflexão – “Eu não vim chamar justos, mas pecadores”

O Evangelho de hoje nos apresenta um dos encontros mais transformadores narrados por São Marcos: o chamado de Levi, um cobrador de impostos. Aos olhos da sociedade religiosa da época, Levi era um homem marcado pelo pecado, pela exclusão e pela desconfiança. No entanto, Jesus não o evita, não o julga, nem o condena. Pelo contrário, olha para ele, chama-o e confia-lhe uma nova vida: “Segue-me”.

Esse olhar de Jesus revela o coração misericordioso de Deus, que não se deixa prender por rótulos ou aparências. Onde muitos veem apenas erro e pecado, Jesus enxerga possibilidade de conversão. Levi se levanta imediatamente, deixando para trás a antiga vida. O encontro com Cristo gera movimento, decisão e mudança.

A cena continua à mesa, lugar de comunhão. Jesus senta-se com pecadores, provocando escândalo entre os fariseus. Para eles, a santidade significava separação; para Jesus, a verdadeira santidade passa pela proximidade e pela cura. Por isso Ele afirma:

“Não são os sadios que precisam de médico, mas os doentes.”

Essa frase não diminui o pecado, mas revela a missão de Cristo: curar, restaurar e salvar. Jesus não veio para confirmar os que se julgam justos, mas para levantar os caídos, reacender a esperança dos que se sentem indignos e oferecer misericórdia a quem reconhece sua necessidade.

Hoje a Igreja celebra Santo Antão, Pai do Monaquismo: Santo Antão nasceu no Egito, no ano 251. Órfão ainda jovem, herdou muitos bens, mas sobretudo uma sólida educação cristã. Tocando-se pela Palavra de Deus, decidiu abandonar as riquezas, cuidar do futuro de sua irmã e entregar-se totalmente ao seguimento de Cristo.

Movido pelo Evangelho, escolheu viver como eremita, confiando na providência e buscando a vontade de Deus na oração, no silêncio e na penitência. Aprendeu a ler, meditar a Palavra e a contemplar, crescendo em santidade.

Viveu por um tempo em lugares isolados, até mesmo em um cemitério, enfrentando dificuldades com fé e coragem. Cercou-se de muros e ali viveu em profunda união com Deus, aconselhando as pessoas que o procuravam. Aos poucos, muitos passaram a imitá-lo, dando origem à vida monástica.

Apesar da vida austera, Santo Antão era conhecido pela alegria, simplicidade e sorriso. Tornou-se referência espiritual, formando monges e orientando aqueles que buscavam a santidade.

Defensor da fé, combateu o arianismo, inclusive em Alexandria, ao lado de Santo Atanásio, afirmando a divindade de Jesus Cristo.

Santo Antão faleceu em 356, com mais de cem anos, deixando um exemplo marcante de pobreza, obediência, castidade e amor a Deus. É lembrado como pai, abade e modelo para toda a vida religiosa.

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Celebrar hoje Santo Antão, abade, reforça essa mensagem do evangelho, Santo Antão retirou-se para o deserto não por desprezo do mundo, mas para buscar a Deus de todo o coração, reconhecendo sua fragilidade e confiando plenamente na graça divina. Sua vida nos ensina que a conversão é um caminho diário, feito de silêncio, oração e fidelidade.

Este Evangelho nos convida a uma pergunta sincera: reconhecemos nossa necessidade de Deus ou nos escondemos atrás de uma falsa justiça? Somente quem se reconhece “doente” permite que Cristo seja seu Médico.

Que neste dia aprendamos a acolher o olhar misericordioso de Jesus, a levantar-nos como Levi e a seguir o Senhor com um coração humilde e disponível à conversão.

Oração: Senhor Jesus, Médico das almas e dos corações, assim como chamaste Levi, passa hoje pela minha vida
e ensina-me a escutar a tua voz. Dá-me a humildade de reconhecer minhas fraquezas e a coragem de levantar-me do que me prende para seguir-Te com um coração novo. Livra-me de todo julgamento, para que eu saiba acolher, amar e perdoar como Tu acolhes, amas e perdoas. Que eu nunca me considere justo demais a ponto de dispensar a tua misericórdia, mas que todos os dias reconheça minha necessidade da tua graça. Pela intercessão de Santo Antão, abade, ensina-me a buscar o silêncio interior, a perseverar na oração e a confiar somente em Ti. Fica comigo, Senhor, cura-me, transforma-me e faz de mim um instrumento da tua misericórdia. Amém

Deus Abençoe Você!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Evangelho do Dia 16-01-2026

 

1ª Semana do Tempo Comum | Sexta-feira

Evangelho (Mc 2,1-12) - Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. - Glória a vós, Senhor.

1 Alguns dias depois, Jesus entrou de novo em Cafarnaum. Logo se espalhou a notícia de que ele estava em casa. 2 E reuniram-se ali tantas pessoas, que já não havia lugar, nem mesmo diante da porta. E Jesus anunciava-lhes a Palavra. 3 Trouxeram-lhe, então, um paralítico, carregado por quatro homens. 4 Mas não conseguindo chegar até Jesus, por causa da multidão, abriram então o teto, bem em cima do lugar onde ele se encontrava. Por essa abertura desceram a cama em que o paralítico estava deitado. 5 Quando viu a fé daqueles homens, Jesus disse ao paralítico: "Filho, os teus pecados estão perdoados". 6 Ora, alguns mestres da Lei, que estavam ali sentados, refletiam em seus corações: 7 "Como este homem pode falar assim? Ele está blasfemando: ninguém pode perdoar pecados, a não ser Deus". 8 Jesus percebeu logo o que eles estavam pensando no seu íntimo, e disse: "Por que pensais assim em vossos corações? 9 O que é mais fácil: dizer ao paralítico: 'Os teus pecados estão perdoados', ou dizer: 'Levanta-te, pega a tua cama e anda'? 10 Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem, na terra, poder de perdoar pecados, — disse ele ao paralítico: — 11 eu te ordeno: levanta-te, pega tua cama, e vai para tua casa!" 12 O paralítico então se levantou e, carregando a sua cama, saiu diante de todos. E ficaram todos admirados e louvavam a Deus, dizendo: "Nunca vimos uma coisa assim".

— Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

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Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Irmãos a paz de Jesus e o Amor de Maria esteja com Todos!

Reflexão – “A fé dos amigos ajuda a curar”

Hoje o Evangelho nos mostra que a atitude dos quatro homens que levaram o paralítico até Jesus é um verdadeiro testemunho de perseverança, ousadia e fé profunda. Eles não se deixaram vencer pelos obstáculos: nem pela multidão, nem pelas dificuldades do caminho. Fizeram o impossível porque tinham confiança absoluta no poder de Jesus.

Chama-nos a atenção o fato de que Jesus percebeu “a fé daqueles homens”, e não propriamente a fé do paralítico. Isso nos leva a compreender que, muitas vezes, a fé do outro pode nos sustentar e até nos salvar. Quantas pessoas ao nosso redor estão “paralisadas” espiritualmente, emocionalmente ou até fisicamente, esperando alguém que as conduza até Jesus?

Muitas vezes desejamos ajudar, mas nos sentimos impotentes diante das dificuldades. Este Evangelho nos ensina que uma fé autêntica não desiste, não se acomoda, não se paralisa diante dos impedimentos. Pelo contrário, ela cria caminhos.

Há muitos “paralíticos” ao nosso redor que continuam assim porque nós mesmos, por vezes, estamos paralisados pela incredulidade, pelo medo ou pela acomodação. Jesus nos convida a tomar a iniciativa, a agir, a confiar verdadeiramente em seu poder.

Ter fé não é apenas acreditar, mas agir movido por essa fé, mesmo quando tudo parece difícil. Se dizemos que cremos, por que ainda duvidamos do poder transformador de Jesus?

Para refletir: Você acredita que Jesus pode curar os seus amigos “paralíticos”? O que você tem feito, concretamente, para demonstrar a sua fé? O que você entende por “paralítico” nos dias de hoje? Para onde Jesus mandou o paralítico ir depois de curá-lo? Na sua casa, existe alguém que precisa ser levado até Jesus?

Que o Evangelho de Hoje nos ajude a ter a mesma ousadia, e viver pela Fé, e acreditar que Jesus está conosco e nos nos cure de toda paralisia que nos afasta Dele. “Senhor aumenta a nossa Fé!

Oração: Senhor Jesus, assim como aqueles quatro homens, queremos nos aproximar de Ti com um coração cheio de fé.
Dá-nos coragem para não desistir diante dos obstáculos e perseverança para levar até Ti aqueles que estão “paralisados” pela dor, pelo desânimo, pelo pecado ou pela falta de esperança. Cura-nos, Senhor, de toda incredulidade que nos impede de agir. Fortalece nossa fé para que ela não seja apenas palavra, mas gesto concreto de amor, solidariedade e confiança em Teu poder. Que possamos ser instrumentos da Tua misericórdia, capazes de ajudar nossos irmãos a se levantar, a tomar de novo o rumo da vida e a caminhar contigo todos os dias. Assim como o paralítico, queremos nos levantar, tomar nossa “cama” e seguir em frente, testemunhando com a vida as maravilhas que Tu realizas. Amém.

Deus Abençoe!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Evangelho do Dia 15-01-2026

 

1ª Semana do Tempo Comum | Quinta-feira

Evangelho (Mc 1,40-45) - Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. - Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 40 um leproso chegou perto de Jesus, e de joelhos pediu: "Se queres tens o poder de curar-me". 41 Jesus, cheio de compaixão, estendeu a mão, tocou nele, e disse: "Eu quero: fica curado!" 42 No mesmo instante a lepra desapareceu e ele ficou curado. 43 Então Jesus o mandou logo embora, 44 falando com firmeza: "Não contes nada disso a ninguém! Vai, mostra-te ao sacerdote e oferece, pela tua purificação, o que Moisés ordenou, como prova para eles!" 45 Ele foi e começou a contar e a divulgar muito o fato. Por isso Jesus não podia mais entrar publicamente numa cidade: ficava fora, em lugares desertos. E de toda parte vinham procurá-lo.

— Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

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Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Irmãos a paz de Jesus e o Amor de Maria esteja com Todos!

Reflexão: O Evangelho de hoje vemos o encontro de Jesus com o leproso e nos revela, de forma profunda, o coração misericordioso de Deus. A lepra, naquele tempo, não era apenas uma doença física, mas também um sinal de exclusão social e religiosa. O leproso era afastado do convívio, visto como impuro e condenado à solidão. Mesmo assim, ele se aproxima de Jesus com humildade e confiança: “Se queres, tens o poder de curar-me.” Não duvida do poder de Jesus, apenas se abandona à sua vontade.

Jesus responde com um gesto que rompe todas as barreiras: Ele toca o leproso. Antes mesmo da cura, o toque já devolve dignidade, proximidade e acolhimento. A compaixão de Jesus não é apenas sentimento, mas ação concreta que restaura o ser humano por inteiro. Ao dizer “Eu quero”, Jesus revela que a vontade de Deus é sempre a vida, a cura e a reintegração.

O pedido de silêncio feito por Jesus mostra sua obediência ao caminho do Pai e à Lei, mas o homem curado não consegue conter a alegria. Sua experiência com Cristo transborda em testemunho. No entanto, isso faz com que Jesus se retire para lugares desertos, assumindo sobre si as consequências da libertação daquele homem. Assim, vemos um Cristo que se coloca no lugar do excluído para que o outro volte à comunidade.

Este Evangelho nos convida a confiar plenamente em Jesus, levando a Ele nossas “lepras” — feridas, pecados, medos e dores. Também nos chama a sermos instrumentos de compaixão, capazes de tocar, acolher e restaurar aqueles que a sociedade muitas vezes rejeita. Onde há fé sincera, Jesus continua dizendo: “Eu quero.”

Oração: Senhor Jesus, assim como o leproso do Evangelho, eu me coloco de joelhos diante de Ti, reconhecendo minhas fragilidades, feridas e limites. Eu creio no teu poder e confio na tua vontade, pois sei que teu coração é cheio de compaixão. Estende também hoje a tua mão sobre mim, toca aquilo que precisa ser curado, limpa o que me afasta de Ti e dos irmãos, e devolve-me a dignidade de filho(a) amado(a) de Deus. Ensina-me a confiar mesmo quando não compreendo, a obedecer à tua Palavra com humildade e a viver com um coração agradecido pela tua misericórdia. Faz de mim instrumento do teu amor, capaz de acolher, tocar e cuidar dos que sofrem, especialmente dos que são excluídos, esquecidos ou feridos pela vida. Que minha vida seja testemunho silencioso da tua presença, e que em tudo eu proclame: Tu queres, Senhor, e em Ti está a minha cura. Amém.

Deus Abençoe Você!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Evangelho do Dia 14-01-2026

 

1ª Semana do Tempo Comum | Quarta-feira

Evangelho (Mc 1,29-39) - Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos - Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 29 Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, para a casa de Simão e André. 30 A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus. 31 E ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se. Então, a febre desapareceu; e ela começou a servi-los. 32 À tarde, depois do pôr do sol, levaram a Jesus todos os doentes e os possuídos pelo demônio. 33 A cidade inteira se reuniu em frente da casa. 34 Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem, pois sabiam quem ele era. 35 De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto. 36 Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus. 37 Quando o encontraram, disseram: "Todos estão te procurando". 38 Jesus respondeu: "Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim". 39 E andava por toda a Galileia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios.

— Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

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Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Irmãos a paz de Jesus e o Amor de Maria esteja com Todos!

Reflexão – Somos curados(as) para servir a Deus!

O Evangelho de hoje nos mostra que a missão salvífica de Jesus se manifesta no dia a dia da nossa vida, desde já aqui na terra. Ele quer nos salvar por inteiro; por isso, Suas atitudes e Seu modo de viver são, para nós, um referencial a ser seguido na busca da vivência do Reino de Deus aqui mesmo. Imitando Jesus, poderemos viver bem e com saúde todos os dias, em qualquer situação.

Jesus não deixava nada para o dia de amanhã. Aproveitava todas as oportunidades para evidenciar Sua ação libertadora e tinha consciência de que não podia parar, pois precisava ir adiante, sem se prender aos lugares, com um único objetivo: cumprir a missão que o Pai Lhe confiara. Não se apegava a ninguém, nem mesmo àqueles que O exaltavam.

Ao sair da sinagoga, Jesus poderia muito bem ter ido descansar. No entanto, aproximou-se de uma mulher idosa, doente e acamada. Tocou-a e, com grande amor, curou-a, fazendo com que recuperasse sua dignidade e sua capacidade de servir. Assim como curou a sogra de Pedro, restituindo-lhe a disposição para o serviço, Jesus também curou as diversas pessoas que O procuravam. Todos tinham lugar em Sua caminhada.

Jesus cuidava de todos, escutava a todos e atendia a todos, e tudo fazia com amor. Não menosprezava os idosos nem as crianças. Curava as pessoas para que fossem úteis e tivessem uma vida plena e fecunda. Ele não desiste de Sua missão salvadora e, hoje também, visita a nossa casa para nos curar e percorre nossos caminhos para nos guiar.

Somos curados(as) para servir a Deus. Por isso, Jesus nos deu o exemplo do que precisamos fazer ao sair da sinagoga. Louvar, orar e adorar a Deus é fundamental; porém, não podemos ficar apenas nisso. O Senhor nos envia a tocar, curar, compreender e amar.

Há alguém em sua casa que precisa ser visitado por Jesus? Chame-O, e Ele irá.

Para refletir: Como você vê as pessoas idosas? O que você faz para que elas se sintam úteis e valorizadas? Você acredita que ainda tem uma missão a cumprir aqui na terra? Qual tem sido o resultado prático e concreto da sua oração e adoração ao Senhor?

Oração: Senhor Jesus, nós Te louvamos e bendizemos por Tua presença viva em nosso meio. Tu entraste na casa de Pedro, viste a dor, tocaste com amor e devolveste vida, dignidade e sentido ao servir. Vem também, Senhor, visitar a nossa casa e o nosso coração. Cura-nos de tudo aquilo que nos paralisa: do egoísmo, do cansaço da alma, da falta de amor e de esperança. Levanta-nos pela mão, como fizeste com a sogra de Pedro, e devolve-nos a alegria de servir. Ensina-nos a compreender que a oração não termina em nós, mas se transforma em gestos concretos de cuidado, atenção e caridade. Ajuda-nos a olhar com ternura para os idosos, os doentes, os esquecidos e todos aqueles que precisam de um toque de amor. Que, curados por Ti, sejamos instrumentos da Tua misericórdia, levando consolo, paz e fé aonde formos. Dá-nos um coração semelhante ao Teu, disposto a amar, servir e anunciar o Reino de Deus. Amém.

Deus Abençoe!

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Evangelho do Dia 13-01-2026

 

1ª Semana do Tempo Comum | Terça-feira

Evangelho (Mc 1,21b-28) - Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. - Glória a vós, Senhor.

21b Estando com seus discípulos em Cafarnaum, Jesus, num dia de sábado, entrou na sinagoga e começou a ensinar. 22 Todos ficavam admirados com o seu ensinamento, pois ensinava como quem tem autoridade, não como os mestres da Lei. 23 Estava então na sinagoga um homem possuído por um espírito mau. Ele gritou: 24 "Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus". 25 Jesus o intimou: "Cala-te e sai dele!" 26 Então o espírito mau sacudiu o homem com violência, deu um grande grito e saiu. 27 E todos ficaram muito espantados e perguntavam uns aos outros: "O que é isto? Um ensinamento novo dado com autoridade: Ele manda até nos espíritos maus, e eles obedecem!" 28 E a fama de Jesus logo se espalhou por toda a parte, em toda a região da Galileia.

— Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.

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Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Irmãos a paz de Jesus e o Amor de Maria esteja com Todos!

Reflexão: “Por que os espíritos maus não nos obedecem?”

No Evangelho de Hoje vemos que as palavras e as ações de Jesus provocavam profunda admiração, pois Nele havia algo essencialmente diferente dos mestres da Lei, autoridade verdadeira. Ele ensinava com autoridade porque vivia aquilo que pregava e agia sempre em plena comunhão com a vontade do Pai. Sua autoridade nascia do testemunho, da coerência entre palavra e ação.

Por isso, até os espíritos maus O temiam. Eles reconheciam quem Ele era, o Santo de Deus. Jesus veio para nos libertar das garras do mal, que insiste em desafiar os homens, mas não pode enfrentar a Deus. As obras que Jesus realizava naquele tempo, Ele continua realizando hoje e, para isso, nós somos chamados a ser Seus instrumentos.

Ao nos devolver a dignidade de filhos de Deus, Jesus nos concedeu também o Seu Espírito Santo, que tem poder para transformar, curar e libertar. Em Seu Nome, somos chamados a vencer o mal, a calar as vozes que nos afastam de Deus e a testemunhar o Evangelho com firmeza.

Diante disso, somos convidados a refletir: por que muitas vezes não exercemos a autoridade que Jesus nos concede? Por que os espíritos maus não nos obedecem?

Talvez a resposta esteja em nossa própria vida. Pode ser que não estejamos vivendo segundo os ensinamentos de Jesus. Para que nossas palavras tenham credibilidade, elas precisam ser sustentadas por atitudes concretas e por um testemunho fiel. Jesus tinha autoridade porque não apenas ensinava, Ele agia, Ele Fazia.

A nossa autoridade cristã está diretamente ligada à coerência entre o que dizemos e o que vivemos, à firmeza da nossa fé e à convicção com que falamos e agimos.

Para meditar: Qual é a diferença entre falar e agir? Você fala com autoridade? As pessoas confiam em suas palavras? Sua vida confirma aquilo que você ensina aos outros? Quais obras Jesus tem realizado em você e em sua família?

Que o Espírito Santo nos ajude a viver um cristianismo autêntico, onde nossas palavras sejam confirmadas pelo nosso testemunho e nossa vida revele a autoridade que vem de Deus.

Oração: Senhor Jesus, Tu és o Santo de Deus, Aquele que fala e age com autoridade, porque vive em perfeita comunhão com o Pai. Nós Te agradecemos porque vieste nos libertar de tudo aquilo que nos oprime, aprisiona e afasta do Teu amor. Renova em nós a dignidade de filhos de Deus e fortalece-nos com o Teu Espírito Santo. Dá-nos um coração dócil e fiel, para que nossas palavras sejam sustentadas por nossas ações e nosso testemunho confirme aquilo que anunciamos. Purifica-nos de toda incoerência, medo e fraqueza que nos impedem de viver plenamente o Teu Evangelho. Senhor, aumenta a nossa fé, para que, em Teu Nome, saibamos vencer o mal, perseverar no bem e ser instrumentos da Tua paz, da Tua cura e da Tua libertação em nossas famílias e em todos os lugares por onde passarmos. Que nossa vida revele a autoridade que vem de Ti e que tudo o que fizermos seja para a glória do Pai. Amém.

Deus Abençoe Você!

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