2ª Semana da Páscoa | Quarta-feira
Evangelho (Jo 3,16-21) - Aleluia, Aleluia, Aleluia.
- Deus o mundo tanto amou, que lhe deu seu próprio Filho,
para que todo o que nele crer, encontre vida eterna.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São
João. - Glória a vós, Senhor.
16 Deus amou tanto o mundo,
que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas
tenha a vida eterna. 17 De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo
para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. 18 Quem
nele crê, não é condenado, mas quem não crê, já está condenado, porque não
acreditou no nome do Filho unigênito. 19 Ora, o julgamento é este: a luz
veio ao mundo, mas os homens preferiram as trevas à luz, porque suas ações eram
más. 20 Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, para
que suas ações não sejam denunciadas. 21 Mas quem age conforme a verdade
aproxima-se da luz, para que se manifeste que suas ações são realizadas em
Deus.
— Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.
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Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
Irmãos a paz de Jesus e o Amor de Maria
esteja com todos!
Reflexão: O Amor que Ilumina
e Salva:
O Evangelho de hoje nos apresenta uma das frases mais
conhecidas e profundas de toda a Sagrada Escritura: “Deus amou tanto o mundo,
que deu o seu Filho unigênito”. Essa verdade é o coração da nossa fé. Deus não
ama de forma limitada: Ele ama até o fim, ama entregando-se, ama salvando.
Como ensina Santo Agostinho: “Deus
ama cada um de nós como se houvesse apenas um de nós para amar.”
Esse amor é pessoal. Não é genérico. É um amor que me
alcança, que te alcança, que nos chama à vida nova. E ao mesmo tempo Deus amou
o mundo inteiro, com suas fragilidades, pecados e limites. E esse amor não
ficou em palavras: tornou-se entrega, tornou-se Cruz, tornou-se salvação.
Jesus deixa claro: Ele não veio para condenar, mas para
salvar. No entanto, existe uma escolha: luz ou trevas. A luz revela,
cura, transforma, mas também exige de nós verdade.
Jesus afirma que não veio para condenar, mas para salvar.
Santa Teresa de Calcutá dizia: “Prefira acender uma vela do que amaldiçoar a
escuridão.”
A luz é Cristo. Aproximar-se da luz exige coragem, porque
ela revela quem realmente somos. Muitas vezes evitamos essa luz, não porque
Deus nos rejeita, mas porque temos medo de mudar, medo de deixar para trás
aquilo que nos prende, temos medo da mudança.
Mas quem decide viver na verdade, mesmo com suas
fraquezas, encontra na luz não uma condenação, mas um caminho de transformação
e vida nova.
A Páscoa que estamos celebrando é justamente isso: a
vitória da luz sobre as trevas, do amor sobre o pecado, da vida sobre a morte.
Hoje, o Senhor nos convida a sair das sombras e caminhar
na luz. Não com medo, mas com confiança, pois somos profundamente amados.
São João da Cruz nos recorda: “Ao entardecer desta vida,
seremos julgados pelo amor.” E aqui está o critério: não é o quanto sabíamos,
mas o quanto amamos. Não é o quanto escondemos nossas sombras, mas o quanto
deixamos Deus transformá-las.
Para refletir: Tenho consciência do quanto Deus me ama de
forma pessoal? Em quais áreas da minha vida ainda prefiro as “trevas”? Tenho
coragem de me aproximar da luz de Cristo e deixar-me transformar?
Oração: Senhor Jesus, obrigado pelo Teu amor infinito, que
não me condena, mas me salva. Ilumina as partes escuras do meu coração e dá-me
coragem de viver na verdade. Que eu caminhe sempre na Tua luz e seja testemunha
do Teu amor no mundo. Amém.
Deus Abençoe Você!
Um comentário:
Ilumina-me Senhor Jesus. Amém.
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